(via apagou)
Sempre achei que essa coisa de amor não é pra mim. É sempre o mesmo ciclo, desperto o amor -> desperdiço -> machuco -> e me apaixono. Seja no amor de amigos ao amor de um homem e uma mulher. A verdade é que eu sou uma droga em qualquer merda que faço. Nem amor próprio eu tenho quem diga “amor”.
-BrunaMarques’
Sempre haverá uma segunda chance um sol depois da tempestade, o verão depois do inverno. Não seja tola ao desistir agora, esse é apenas o inicio, uma garoa fina comparado ao que está por vim. Assossega teu coração essa é a vida, nada vem da noite para o dia. Uma árvore não nasce já adulta, ela começa do chão. Do nada.
-BrunaMarques’
Chega a ser um pouco irritante essa coisa das pessoas não acreditarem que seu eu a escritora de alguns textos. Talvez pela minha falta de seriedade ou até mesmo essa frieza absurda. Sou um misto de sentimentos e talvez isso complique no entendimento e na crença desse fato. Acontece que não é sempre que escrevo, mas quando escrevo não tem hora ou lugar, sol ou chuva.. É só sentimento. Sentimento meu ou de outra pessoa que confia seus problemas a mim. Eu não sei explicar é só ter um papel e caneta ou até mesmo um computador que as palavras se formam.. Mas se ainda dúvidas sinceramente não sei como lhe provar.
Não sei ao certo o que é, talvez seja apenas mais uma daquelas vontades loucas de chorar sem motivos, de querer um abraço do seu melhor amigo já que seu amor você não sabe onde está. Vontade de colocar aquela mesma música um milhão de vezes e simplesmente sonhar com a possibilidade de voltar no tempo e mudar algumas coisas, algumas pessoas.
-BrunaMarques’
Essa coisa de ficar triste do nada devia ser proibido!
-BrunaMarques’